Empresa

Apenas seis empresas assumem compromisso com Procon-SP para reduzir número de queixas
09-06-2010 18:57

Daniel Mello
Repórter da Agência Brasil

São Paulo - Seis empresas assinaram hoje (9) um termo de compromisso com a Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP) estipulando metas para a redução do número de reclamações de consumidores junto ao órgão. Caso descumpram o acordado, as empresas deverão promover ações de educação para o consumo, como veiculação de programas educativos e impressão de cartilhas. Entre as signatárias do acordo estão as três recordistas de reclamações: Telefônica, Itaú/Unibanco e Eletropaulo.

Durante o ano passado, o Procon-SP registou 15,3 mil queixas fundamentadas contra a concessionária de telefonia fixa Telefônica, seguida pelo banco Itaú/Unibanco, com 1.410 reclamações. A concessionária de energia Eletropaulo foi motivo de 1.340 reclamações. Também assinaram o termo a operadora de telefonia móvel TIM, a provedora de banda larga Net São Paulo e o plano de saúde Medial.

Segundo o diretor executivo do Procon-SP, Roberto Pfeiffer, a maior parte das reclamações contra as companhias de telecomunicações é motivada por cobranças indevidas, tarifas diferentes das estipuladas e descumprimento dos pacotes oferecidos ao consumidor. Em relação aos bancos, o maior problema, de acordo com o diretor, são as taxas bancárias e as anuidades dos cartões de crédito. Já as queixas contra os plano de saúde são, em sua maioria, referentes à recusa de cobertura.

Pelo acordo, a Telefônica deverá reduzir em 42% o número de reclamações no período de um ano, o Itaú/Unibanco em 20%, a Eletropaulo em 10%, a TIM em 35%, a NET em 19,07% e a Medial em 10%. Além disso, mais 12 empresas se comprometeram, por escrito, em também reduzir o volume de reclamações, apesar de não se sujeitarem a sanções em caso de descumprimento das metas. Estão nesse grupo Bradesco, Santander, HSBC, Banco do Brasil, Carrefour, Sabesp, Positivo Informática, Itálica Saúde, Samcil Saúde, Imbra Saúde, Vivo e OI. Essas 18 empresas respondem por 59% das queixas registradas no órgão.

No entanto, 13 companhias não aceitaram subscrever o compromisso com o Procon-SP: B2W (rede varejista que controla as lojas virtuais Americanas.com e Submarino), Banco Panamericano, Caixa Econômica Federal, Casas Bahia, Claro, Construtora Tenda, Embratel, LG, Marabraz (comércio varejista), Microcamp (cursos livres), Nokia, Samsung e Sony Ericsson. O diretor do Procon-SP lamentou o posicionamento dessas corporações. “Só resta lamentar e convidar a refletirem sobre sua postura”, disse.

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