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Ipem conclui exames em bombas de combustíveis nos postos de Curitiba
24-04-2008 08:52

Os técnicos do Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (Ipem/PR) concluíram, no último fim de semana, o relatório sobre os exames realizados nas bombas de combustível de Curitiba. De um total de 4.977 instrumentos verificados, 4.804 foram aprovados, ou seja, estão funcionando dentro das normas estabelecidas pelo Inmetro e com seus instrumentos em ordem, oferecendo a quantidade real do produto exposta no visor de cada aparelho.

Apenas 169 bombas foram reprovadas, sendo que, dessas, 106 foram autuadas e quatro interditadas. Foram lavrados autos de infração e os postos têm dez dias para recorrer. Por causa disso, e por orientação jurídica, os nomes e endereços dos postos não podem ser divulgados. Nos demais escritórios regionais do Ipem, localizados em Londrina, Guarapuava, Cascavel e Maringá, os trabalhos ainda não foram concluídos.

O gerente de Verificação Metrológica, Ivo Ribeiro, informa que ao abastecer o veículo o consumidor deve verificar se existe o selo de verificação do Inmetro, “que deve estar afixado de forma bem visível. Este selo é a garantia de que a bomba foi verificada pelo Ipem e, portanto, não está lesando o consumidor”.

Rotina - Os exames em postos de combustível são realizados duas vezes por ano. Os técnicos do IPEM atestam se a quantidade comercializada é a mesma apresentada no mostruário, sendo permitida uma tolerância de até 0,5% de erro. Nem toda reprovação implica em interdição ou autuação. Uma mangueira ressecada, por exemplo, pode ocasionar uma reprovação, mas, por não estar lesando o consumidor, é proposto um tempo para o conserto e a devida regularização.

Também pode haver a interdição sem a autuação, já que essa só ocorre quando o consumidor é lesado. Um vazamento que não interfira na quantidade a ser vendida requer a interdição da bomba por medida de segurança e a necessidade de reparo, mas não é caso de autuação. Nesses casos, os técnicos retornam ao término do prazo sugerido, para a verificação das providências tomadas.

Caso haja alguma desconfiança de diferença a menos no combustível vendido, o consumidor pode exigir uma verificação imediata no próprio local, já que os postos de combustíveis são obrigados a possuir uma medida de volume de 20 litros especialmente para esses casos. À vista do consumidor são retirados 20 litros da bomba e depositados no galão e as duas medidas têm de coincidir, aceitando-se apenas a margem de 0,5% de erro.


AEN
Foto:José Gomercindo
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