Maná da Segunda

Maná de Segunda: Quanto Vale um Bom Nome



Por Rick Boxx



Anos atrás, nos Estados Unidos, a suspeita de envenenamento por um medicamento contra dor largamente consumido causou pânico em toda a nação. A indústria farmacêutica fabricante do produto assumiu inteira responsabilidade e imediatamente lidou com o problema, gastando grandes somas de dinheiro no processo. Os executivos da empresa estavam determinados a fazer o que era correto, não importando os custos.



Embora não fosse esse o objetivo, a reação imediata e honesta da empresa trouxe resultados positivos. A integridade com que agiram nessa difícil situação resultou no desenvolvimento e fortalecimento de sua credibilidade, contribuindo para a escolha da empresa como a de melhor reputação em 2001, segundo o "Wall Street Journal", respeitado jornal de negócios.



É interessante comparar essa empresa com outra que aparece no fim da lista do mesmo jornal, por ordem de “reputação”. Essa última, fabricante de pneus, também passou por uma crise relacionada com pneus defeituosos que causaram acidentes com vítimas fatais. Ao contrário da outra, seus executivos escolheram fazer jogo e lançar culpa em todas as direções. Foi atribuída a todo o mundo menos ao verdadeiro acusado. Processos legais levaram anos e mesmo tendo feito acordos financeiros, as vítimas e seus familiares continuaram abrigando sentimentos hostis contra a empresa.



Em sua opinião, qual foi a abordagem correta? Aceitar a própria culpa e agir prontamente para fazer as reparações necessárias, na medida do possível, ou passar a “batata quente” para outros, recusando-se a assumir a própria responsabilidade e acusando todo mundo, exceto os verdadeiros culpados?



Na Bíblia, o livro de Provérbios 22.1 proclama: “A boa reputação vale mais que grandes riquezas; desfrutar de boa estima vale mais que prata e ouro.” Quando o valor de uma empresa é estimado,

a avaliação recai sobre fatores como ativos, passivos, produtividade e participação de mercado. Como seria possível valorizar algo tão intangível quanto uma boa reputação?



A verdade é que uma boa reputação não tem preço. Embora extremamente difícil de se conquistar, perde-se com muita facilidade. O mesmo se aplica a indivíduos. Uma pessoa pode passar toda a carreira – o tempo de toda uma vida – trabalhando para construir sólida reputação, bom nome com integridade, honestidade, sinceridade, imparcialidade e altruísmo. E tudo isso pode ser destruído em um instante, por uma mentira, uma transigência com a ética, uma decisão irracional ou um ato imoral.



Uma vez manchado, não há dinheiro capaz de restaurar o bom e respeitado nome de uma empresa ou de uma pessoa. Somos lembrados por Provérbios 25.9-10: “Procure resolver sua causa diretamente com o seu próximo, e não revele o segredo de outra pessoa, caso contrário, quem o ouvir poderá recriminá-lo, e você jamais perderá sua má reputação.”



Próxima semana tem mais!


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Adaptado, sob permissão, de "Momentos de Integridade com Rick Boxx", um comentário semanal acerca de integridade no mundo dos negócios, a partir da perspectiva cristã. Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes (fortes@cbmc.org.com)

MANÁ DA SEGUNDA® é uma edição semanal do CBMC INTERNATIONAL, uma organização de âmbito mundial, não-denominacional, fundada em 1930, com o propósito de compartilhar Jesus Cristo com a comunidade profissional e empresarial.

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