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Provopar inicia cadastramento dos artesãos paranaenses
15-05-2008 09:35

O Provopar Ação Social iniciou o cadastramento dos artesãos e das associações representativas da categoria, para a formação de um banco de dados, que servirá de base para futuros projetos e programas voltados ao desenvolvimento do artesanato e da arte popular no Paraná.

“Já temos cerca de mil artesãos e 30 associações cadastrados”, revelou Iramar Hermogenes Diório, coordenador de artesanato do Provopar. “A nossa meta é fechar o ano com 2 mil artesãos e 100 associações cadastradas. Mas pretendemos dobrar esses números até o final do cadastramento em 2009”, acrescentou.

Iramar acredita que, com o cadastramento, será possível conhecer a realidade do setor, para a elaboração de projetos, que vão desde a realização de cursos e oficinas, “até quem sabe no futuro a abertura de linha de crédito, para que o artesão possa aperfeiçoar e ampliar sua produção. Queremos saber quantos são e onde estão os artesãos paranaenses. Sem esses dados é praticamente impossível montar projetos”.

Segundo ele, um outro cadastramento vem sendo feito pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que encontra-se empenhado em induzir e promover políticas públicas em favor do artesanato em todo o território brasileiro, coordenando e desenvolvendo atividades para a valorização do artesão. “O Ministério também pretende montar um banco de dados e mapear o país, mostrando o artesanato e a arte popular de cada região do Brasil”, destacou.

A presidente do Provopar, Lucia Arruda, revelou que os artesãos cadastrados vão receber uma carteira de identificação estadual – futuramente uma nacional, para evitar que “sua produção tenha problemas com a fiscalização toda vez que estiver em trânsito ou mesmo exposto”.

Para Iramar, é muito importante que o artesão tenha “como se identificar”. Ele lembrou que anos atrás a União ameaçou despejar os moradores de um ilha de Guaraqueçaba, no litoral paranaense, além de imputar-lhes uma multa milionária pelo tempo de permanência no local sem prévia autorização. “Esses nativos não tinham como provar que eram pescadores, mas conseguiram provar que eram artesãos. Eles foram mantidos na ilha e a multa cancelada. Portanto, não se pode desprezar a carteira de identificação”, completou.

Os artesãos e as associações interessadas em participar do cadastramento podem requerer o formulário na Coordenação de Artesanato do Provopar, na rua Kellers, 63, no Largo da Ordem. Maiores informações pelo fone (41) 33235242.

AEN
Foto:SECS
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